Sobre a Mingotti | O olhar por trás das joias

Juliana Mingotti com anel Ômega de diamantes

Joias para acompanhar a vida.

Sempre enxerguei as joias como algo para ser vivido, não apenas admirado. Gosto das que entram na rotina, atravessam diferentes fases e, com o tempo, passam a fazer parte da história de quem as usa.

Sempre fui curiosa e muito observadora. O céu, a natureza, as joias de outras épocas e a arquitetura fazem parte do repertório que me acompanha e alimenta minhas criações. Minha formação em design de interiores me ensinou a olhar com atenção para proporções, materiais, conforto e equilíbrio. E foi a curiosidade por entender como uma joia era feita que me levou à ourivesaria e, mais tarde, à Mingotti.

Essas referências aparecem nas coleções de maneiras diferentes. Às vezes em uma forma, em um detalhe construtivo, em uma proporção ou na relação entre metais e gemas. Gosto quando o desenho tem identidade sem excessos e quando cada escolha faz sentido também no uso.

É assim que penso as joias Mingotti: para vestir bem, continuar fazendo sentido ao longo dos anos e encontrar, naturalmente, um lugar na história de quem as escolhe.

Por Juliana Mingotti.